O artigo objetiva exemplificar a riqueza da autopesquisa propiciada pela vivência da grupalidade multidimensional no trabalho de bastidores do ECP2, a partir das funções de executivo do curso, de equipe de campo e de coordenação de turma, evidenciando a vivência cotidiana de posturas consonantes com a organização pró desperticidade.
Homo Projector Patrícia Alves v. 05 n. 02 - JUL/DEZ – 2018 – Parte 2 (2018-07)
Este artigo sintetiza aprendizados da autora com a prática de 13 anos da tarefa energética pessoal e objetiva aquecer o debate de verpons embasadas no paradigma consciencial, a partir da análise dos registros pessoais dos últimos 6 meses, das situações vivenciadas durante a aplicação da técnica da tenepes, e, com a exposição de autoenfrentamentos, trazer fatos passíveis de discussão e questionamentos por parte de outros pesquisadores e praticantes da tenepes. Conclui a importância do aprimoramento dos registros pessoais, tendo em vista tratar-se de experiência multidimensional a demandar ainda a formação de neossinapes para a sua compreensão, paulatinamente. Fica evidente para a autora a existência de vários pontos de convergência com relatos de aprendizados de outros pesquisadores.